
Daqui, de onde me encosto em uma poltrona tão confortável quanto colo de mãe, avisto um mar que ainda não preciso decifrar se é Atlântico ou Pacífico. Se maleavéis, os telhados das casas rasteiras de Punta formariam ondas multicoloridas.
A exuberância aqui, atende mais pela simplicidade do que pela ostenção. É como se tivessem deixado à natureza a incumbência da beleza e a eles, o legado sutil de caber no cenário, sem maiores rompantes ou ostentação megalomaníaca de progresso: a cidade cabe na palma do olho, é só piscar para morar dentro!
PS* 8 graus centígrados
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